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terça-feira, 25 de agosto de 2026
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Piloto brasileiro desenha ‘Lito’ no céu do Texas em homenagem a influenciador

Piloto brasileiro desenha 'Lito' no céu do Texas em homenagem a influenciador
Piloto brasileiro desenha 'Lito' no céu do Texas em homenagem a influenciador
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O piloto brasileiro Enderson Rafael desenhou o nome do influenciador Lito Sousa no céu do Texas, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (24). A homenagem foi uma forma de apoiar Lito, que foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma enfermidade rara e de rápida progressão.

Rafael, que é amigo pessoal de Lito e proprietário de um avião Cessna 150, decidiu fazer o voo para ajudar a divulgar a campanha que busca acesso a um tratamento experimental. Em entrevista ao g1, ele explicou que a ideia surgiu nos últimos dias e que esta foi a primeira vez que realizou uma homenagem desse tipo.

O voo durou pouco mais de três horas e percorreu uma distância equivalente à viagem entre Rio e São Paulo. O desenho do nome de Lito, segundo o piloto, ficou maior do que a cidade de São Paulo. Para isso, foi necessário planejar a rota considerando a autonomia da aeronave, o vento e o espaço aéreo da região de Dallas-Fort Worth, que é um dos mais movimentados do mundo.

Pouco antes da decolagem, um incêndio florestal criou uma zona restrita temporária, o que obrigou Rafael a refazer a rota. Apesar das restrições, ele destacou que a aviação geral nos EUA permite maior liberdade de operação, tornando possível a homenagem.

Rafael contou que a relação com Lito vai além da aviação: as famílias se conhecem há quase dez anos e os dois trabalharam juntos no canal Aviões e Músicas. Para o piloto, Lito é fundamental na democratização da informação sobre aviação no Brasil. “Na minha opinião, o Lito representa um nome único nas últimas décadas na democratização da informação, de segurança de voo e de preservação da história da aviação brasileira”, afirmou.

A Doença de Creutzfeldt-Jakob afeta a cognição de forma rápida, com alterações de memória e autonomia, e não tem cura. O tratamento é voltado para o controle dos sintomas e conforto do paciente, como explicou um neurologista: “É basicamente suporte e conforto. Então, tratar a dor, tratar os movimentos involuntários, em especial a mioclonia, enfim, tentar dar mais conforto para aquele paciente e aquela família”.

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