Nas eleições de 2026, o Brasil contará com quase R$ 5 bilhões para financiar campanhas políticas, abrangendo despesas como comícios, materiais de campanha e publicidade eleitoral.
A principal fonte de recursos é o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, ou Fundo Eleitoral, que destinará R$ 4,9 bilhões do Orçamento da União aos partidos políticos.
Em uma série de 50 vídeos, o g1 explora os principais temas das eleições de 2026, incluindo o funcionamento das pesquisas, o papel dos cargos em disputa e o impacto das novas tecnologias nas campanhas.
A distribuição do Fundo Eleitoral não é equitativa entre os partidos; apenas 2% do total é dividido igualmente, enquanto 98% é alocado com base no desempenho eleitoral e no tamanho das bancadas. PL, PT e União Brasil, juntos, receberão quase 40% do fundo.
Além do Fundo Eleitoral, os partidos também contam com o Fundo Partidário, que disponibiliza R$ 1,43 bilhão em parcelas mensais, podendo ser utilizado nas campanhas eleitorais.
Doações privadas são permitidas, com limites estabelecidos, e candidatos podem usar recursos próprios, respeitando os limites de gastos. Desde 2015, empresas e doações de estrangeiros estão proibidas.
Os candidatos têm um prazo de 30 dias para prestar contas à Justiça Eleitoral, com a possibilidade de correção de irregularidades em até 72 horas. A não regularização pode resultar em sanções, incluindo a impossibilidade de diplomação.