Nas eleições de 2026, os brasileiros escolherão os governadores e vice-governadores das 27 unidades federativas. Compreender as atribuições desses cargos é fundamental para avaliar as responsabilidades dos futuros líderes do Poder Executivo estadual.
Os governadores são responsáveis pela chefia do Poder Executivo local, o que inclui a administração da unidade federativa onde foram eleitos, abrangendo serviços e políticas públicas estaduais. Muitas de suas atribuições estão previstas nas constituições estaduais, respeitando os princípios da Constituição Federal.
Entre as responsabilidades dos governadores estão a elaboração de propostas de leis para as assembleias legislativas, a execução do orçamento estadual e a coordenação de áreas como segurança pública, saúde, educação, infraestrutura e transporte.
Os secretários estaduais são nomeados ou exonerados pelo governador, que exerce autoridade administrativa sobre órgãos estaduais e as polícias Civil e Militar. Além disso, cabe ao governador sancionar ou vetar projetos aprovados pelas assembleias, promulgar leis estaduais e editar decretos para sua execução.
O mandato dos governadores é de quatro anos, com possibilidade de reeleição consecutiva. A eleição no primeiro turno requer maioria absoluta dos votos válidos, caso contrário, haverá um segundo turno.
O vice-governador, eleito na mesma chapa que o governador, tem a função principal de substituí-lo em afastamentos temporários e, em casos de renúncia ou impedimentos, assumir a chefia do Poder Executivo. Suas atribuições podem variar conforme as legislações locais, sem um conjunto uniforme de competências em todo o país.
As próximas eleições definirão 27 chapas para governador e vice-governador, com o primeiro turno agendado para 4 de outubro e o segundo, se necessário, para 25 de outubro.
