A crítica de arte Aracy Amaral, reconhecida por sua contribuição ao Modernismo brasileiro, faleceu recentemente, deixando um legado significativo na valorização da arte nacional.
Amaral foi uma figura central no estudo e na promoção da arte moderna no Brasil, tendo dirigido importantes instituições, como a Pinacoteca de São Paulo e o Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC-USP). Sua trajetória inclui a realização de exposições marcantes, como a retrospectiva de Alfredo Volpi em 1972, que ajudou a moldar a percepção pública sobre a obra do artista.
Além de sua atuação como crítica e curadora, Aracy Amaral foi pioneira em um campo predominantemente masculino, sendo a primeira mulher a assumir a direção de ambas as instituições. Sua gestão na Pinacoteca foi marcada por transformações que ampliaram a presença da arte contemporânea e fortaleceram as atividades educativas.
O arquivo pessoal de Aracy, preservado no Instituto de Estudos Brasileiros da USP, contém milhares de documentos que refletem sua dedicação à pesquisa e à crítica de arte, permitindo que futuras gerações continuem a explorar e interpretar sua obra e influência.
