O projeto Bio na Rua, coordenado por estudantes da USP, leva ciência e educação não formal para comunidades periféricas da Região Metropolitana de São Paulo. Com atividades programadas para setembro e novembro, a iniciativa busca promover a inclusão social e o diálogo entre a universidade e a população.
Fósseis, esqueletos, animais taxidermizados e até serpentes e aracnídeos vivos são algumas das atrações que sairão dos laboratórios do Instituto de Biociências (IB) para praças e parques. O Bio na Rua realizará um evento no Parque Municipal Max Feffer, em Suzano, no dia 27 de setembro, e o É o Bicho na Remo! na Comunidade São Remo, em São Paulo, no dia 28 de novembro.
Desde sua criação em 2009, o projeto tem se destacado por sua abordagem inovadora, envolvendo cerca de 300 graduandos e 30 pós-graduandos no último ano. O objetivo é quebrar a barreira entre o conhecimento acadêmico e as comunidades, promovendo uma troca de saberes.
O professor José Eduardo Marian, que coordena o projeto desde 2024, destaca a importância da liderança estudantil. “Esses eventos são um sucesso justamente porque são organizados por discentes”, afirma. A recepção nas comunidades tem sido positiva, com participantes relatando experiências enriquecedoras e a importância de discutir temas como sexualidade e biodiversidade.
Para mais informações sobre o projeto, acesse o Instagram do Bio na Rua.
