sábado, 22 de agosto de 2026
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Sarampo: vacina é segura e não causa doença, reforça Secretaria de Saúde

Sarampo: vacina é segura e não causa doença, reforça Secretaria de Saúde
Sarampo: vacina é segura e não causa doença, reforça Secretaria de Saúde
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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reforça que a vacina contra o sarampo é segura, não provoca a doença e prepara o sistema imunológico para combater o vírus. A orientação ocorre em meio à campanha de vacinação após a confirmação de 16 casos no estado.

A cobertura vacinal da primeira dose em São Paulo está em 87,8% e a da segunda em 73,8%, abaixo da meta de 95% para ambas. A vacina tríplice viral é oferecida gratuitamente pelo SUS nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e faz parte do Calendário Nacional de Vacinação.

A vacina utiliza vírus vivos, porém atenuados, do sarampo, caxumba e rubéola. Eles são enfraquecidos para não causar as doenças, mas estimulam a produção de defesas pelo organismo. Segundo a Secretaria, reações graves são extremamente raras.

As reações mais comuns são dor, vermelhidão ou endurecimento no local da aplicação, febre e manchas vermelhas na pele, que podem surgir entre o quinto e o 12º dia após a vacinação, sendo temporárias. A resposta vacinal é diferente da infecção natural, que pode causar complicações como pneumonia e inflamação no cérebro.

A vacinação também reduz a circulação do vírus, pois dificulta a transmissão. A meta de 95% de cobertura é essencial para a proteção coletiva. A segunda dose é importante para ampliar a proporção de pessoas protegidas.

A vacina é contraindicada para gestantes e crianças menores de seis meses. Pessoas com imunodepressão precisam de avaliação específica, e mulheres em idade fértil devem evitar gravidez por pelo menos um mês após a vacinação.

Durante a campanha de Multivacinação, de 3 de agosto a 1º de setembro, moradores de Guarulhos, São Paulo e São Bernardo do Campo com idade entre seis meses e 59 anos devem procurar os postos de saúde para receber a dose indicada, independentemente da situação vacinal. Nos demais municípios, seguir as orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI): crianças de 12 meses e 15 meses; pessoas de 5 a 29 anos devem comprovar duas doses; de 30 a 59 anos, uma dose; trabalhadores da saúde, duas doses.

Quem tem dúvidas deve levar a caderneta a uma UBS para avaliação. A vacina é gratuita. Pessoas com sintomas de sarampo devem procurar atendimento e evitar contato com outras pessoas.

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