A inteligência artificial (IA) generativa está sendo cada vez mais utilizada em atividades que exigem raciocínio e criatividade, tanto em ambientes de trabalho quanto na educação. No entanto, especialistas alertam que a dependência excessiva dessa tecnologia pode comprometer o exercício das capacidades cognitivas.
O uso da IA deve ser visto como uma ferramenta que complementa o pensamento humano, e não como um substituto. A tecnologia pode auxiliar na geração de ideias e na análise de problemas, mas é essencial que os usuários mantenham a prática de questionar e checar informações.
Combinar habilidades cognitivas próprias com os recursos da IA pode aumentar a produtividade e facilitar a adaptação às mudanças no mercado de trabalho e na educação. Por outro lado, confiar totalmente na tecnologia pode aumentar a dependência e a vulnerabilidade dos indivíduos.
A coluna Reflexão Econômica, apresentada pelo professor Luciano Nakabashi, é transmitida quinzenalmente às quartas-feiras, às 9h, pela Rádio USP.
