A trajetória do fotógrafo e pesquisador Boris Kossoy, Professor Emérito da USP, é marcada por sua luta para valorizar a descoberta de Hercule Florence na história da fotografia. Com uma carreira que inclui a edição da revista Fotoptica, Kossoy destacou-se tanto por suas imagens quanto por seu trabalho como historiador.
Em 2025, Kossoy recebeu o título de Professor Emérito na Escola de Comunicações e Artes da USP, um reconhecimento que foi documentado no Jornal da USP. O texto que acompanhou a homenagem destacou a intersecção entre arte, história e humanização, refletindo sobre a importância de não esquecer os marcos históricos na pesquisa fotográfica.
No entanto, recentes reportagens sobre estudos relacionados a Hercule Florence não mencionaram adequadamente a contribuição de Kossoy, que iniciou suas pesquisas na década de 1970. Apesar de a pesquisa atual ser relevante, é fundamental reconhecer as bases que a precederam.
Ao analisar as coberturas da mídia, Kossoy frequentemente aparece apenas no final das reportagens, mesmo sendo um dos principais responsáveis pela redescoberta de Florence. A falta de reconhecimento em algumas publicações levanta questões sobre a memória histórica e a valorização do trabalho acadêmico.
Curiosamente, ao tentar recuperar um artigo sobre o pioneirismo de Florence, uma inteligência artificial não apenas restaurou o texto perdido, mas também forneceu links relevantes, incluindo uma menção à contribuição de Kossoy. Isso evidencia a importância de reconhecer o trabalho de historiadores que, há décadas, dedicam-se a resgatar figuras importantes da história da fotografia.