O Governo de São Paulo já destinou R$ 960 milhões para a construção de cinco reservatórios de contenção de cheias, conhecidos como piscinões, com o objetivo de minimizar os efeitos das chuvas intensas na Região Metropolitana de São Paulo. Desde 2023, a SP Águas entregou dois piscinões em Franco da Rocha, um em Francisco Morato e outro que beneficia São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Além disso, está em andamento a construção de um piscinão no Morumbi, próximo ao estádio do São Paulo Futebol Clube.
Atualmente, existem 30 piscinões em 11 municípios da Grande São Paulo, incluindo Diadema, Embu das Artes, Guarulhos e Osasco. Juntas, essas estruturas têm capacidade para armazenar mais de 6,3 milhões de metros cúbicos de água, o que equivale a 635 mil caminhões-pipa.
Durante as fortes chuvas de setembro deste ano, os piscinões desempenharam um papel crucial na retenção temporária das águas, ajudando a reduzir a quantidade de água que chega aos rios e sistemas de drenagem, minimizando os riscos de alagamentos. A implementação e manutenção desses reservatórios fazem parte do plano de resiliência hídrica do governo, que também inclui a Operação SP Sempre Alerta – El Niño 2026/2027.
O programa, que conta com mais de 180 medidas e R$ 29 bilhões em investimentos até 2029, visa aumentar a segurança hídrica e a capacidade de resposta do Estado a eventos climáticos extremos. Entre as ações estão obras de drenagem e recuperação de rios.
Além disso, a SP Águas realiza a manutenção de estruturas de proteção na Marginal Tietê e investe em ações de desassoreamento em várias regiões, com o objetivo de melhorar o escoamento das águas e reduzir os impactos das cheias.
