Na terça‑feira, 4 de agosto, a paralisação decretada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil forçou a adoção de medidas de contingência no metrô e na CPTM, alterando a operação das linhas sobre trilhos em São Paulo.
A CPTM ativou seu plano de contingência, priorizando trechos de maior demanda: a Linha 11‑Coral opera parcialmente entre as estações Palmeiras‑Barra Funda e Guaianases; a Linha 12‑Safira circula entre Brás e Engenheiro Goulart; a Linha 13‑Jade e o Expresso Aeroporto permanecem suspensos.
As linhas concedidas 7‑Rubi, 8‑Diamante, 9‑Esmeralda e a 10‑Turquesa continuam em funcionamento regular. O Metrô antecipou a abertura das estações das linhas 1‑Azul, 2‑Verde, 3‑Vermelha e 15‑Prata para as 4h, acrescentou trens extras na Linha 3‑Vermelha e realizou manobras intermediárias para ampliar a oferta nos trechos mais congestionados.
Para melhorar o fluxo, trens vazios podem ser enviados às estações mais lotadas, e o efetivo foi reforçado nas estações Corinthians‑Itaquera, Tatuapé, Brás e Palmeiras‑Barra Funda. As linhas 4‑Amarela, 5‑Lilás, 8‑Diamante e 9‑Esmeralda contam com equipes operacionais e de segurança reforçadas, enquanto a TIC Trens mantém a frota máxima na Linha 7‑Rubi durante os horários de pico. As linhas intermunicipais da região também ampliaram suas frotas.
A Artesp disponibilizou 128 ônibus pelo Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (PAESE): 58 para a Linha 11‑Coral, 60 para a Linha 12‑Safira e 10 para a Linha 13‑Jade. A Polícia Militar intensificou o policiamento preventivo ao redor das estações e o trânsito, com monitoramento em tempo real pelo Centro Integrado de Operações Coordenadas (CIOC) no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).
