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quarta-feira, 07 de outubro de 2026
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Simulado de emergência da CPFL testa resposta em Piracicaba

Simulado de emergência da CPFL testa resposta em Piracicaba
Simulado de emergência da CPFL testa resposta em Piracicaba
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Equipes da Defesa Civil, Guarda Civil Municipal (GCM) e da Secretaria de Segurança Pública, Trânsito e Transportes de Piracicaba participaram ontem, quarta-feira, 09/09, de um simulado de emergência relacionado ao Plano de Ação de Emergência (PAE) para barragens, realizado pela CPFL. O exercício teve como objetivo alinhar procedimentos e avaliar a capacidade de resposta das equipes diante de uma eventual situação de emergência.

A atividade envolveu equipes de Americana, Piracicaba, Nova Odessa, Santa Bárbara d’Oeste, Limeira, Iracemápolis e Sumaré. O treinamento é realizado pela CPFL Renováveis a cada dois anos para alinhar os procedimentos de evacuação e resposta a emergências.

A atividade começou às 9h em Americana, com um simulado de mesa – etapa em que foram enviados alertas aos municípios que seriam afetados em um eventual rompimento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) de Americana. O procedimento permitiu testar os telefones de contato e o tempo de resposta de cada localidade. Na sequência, as equipes realizaram o deslocamento operacional de viaturas.

Em Piracicaba, o agente da Defesa Civil de Piracicaba Antônio Sidnei Canale permaneceu na base do órgão, localizada próxima à Estação da Paulista (Rua Benjamin Constant, 2310, Casa 8), aguardando os comandos enviados de Americana, onde também estavam outros agentes de Piracicaba. Às 10h28, após receber um alerta, ele iniciou o deslocamento até o cruzamento da Av. Beira Rio com a Rua Prudente de Moraes. O tempo foi acompanhado pela Central da Guarda Civil Municipal para avaliar a resposta das equipes.

Com a sirene acionada, Canale chegou ao local às 10h35, totalizando sete minutos de deslocamento. No ponto, encontrou os guardas-civis José Antônio de Souza Oliveira e Marcos Antônio Lima Vieira, que estavam na Praça José Bonifácio e também foram acionados.

Segundo Canale, o exercício é importante para avaliar procedimentos relacionados à interdição de vias e à atuação das equipes em locais estratégicos. “Esse tipo de ação é importante para mensurar a nossa resposta de maneira real, no caso de uma situação que realmente necessite”, explica.

A simulação também contou com a participação do guarda-civil Gisson Amorim Costa, que integrou as equipes mobilizadas em Americana. Para ele, o exercício permitiu identificar pontos que precisam ser aperfeiçoados e atualizar os procedimentos adotados pelas equipes.

“Já identificamos que precisamos corrigir alguns procedimentos e estamos revisando nossas ações para a devida atualização. O exercício também serviu como modelo para a realização de ações similares em Piracicaba, contribuindo para preparar as equipes e aprimorar a resposta em uma eventual situação de emergência”, destaca Amorim.

Por sua proximidade com a barragem, Americana é o município que seria mais impactado e está classificado como ZAS (Zona de Salvamento Autônomo). Na cidade, durante a etapa prática, os agentes foram distribuídos em 17 pontos de encontro previamente mapeados ao longo da ZAS.

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