A Jornada do Patrimônio 2026, promovida pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, ocorre durante todo o mês de agosto, com programação especial entre os dias 7 e 9. Com o tema “Nosso patrimônio é uma viagem!”, a edição reúne 254 atividades em 95 municípios, destacando a relação entre ferrovias, formação das cidades e histórias construídas ao redor dos trilhos.
Na capital, o Museu da Imagem e do Som (MIS) recebe no dia 7 o lançamento da mostra audiovisual “Trilhos que contam o Brasil”, composta por seis minidocumentários produzidos por 30 universitários de São Paulo, em parceria com o Instituto Rumo e o Canal Futura. As obras abordam memórias de comunidades e ex-ferroviários, além do papel das ferrovias no desenvolvimento urbano, social e ambiental. Após o lançamento, os filmes serão exibidos gratuitamente nos 127 Pontos MIS do estado.
Em São José do Rio Preto, o Museu Ferroviário terá programação nos dias 7 e 8, com exibição dos minidocumentários e palestra do pesquisador Eduardo Bacani sobre a expansão da Estrada de Ferro Araraquarense até a cidade (1895–1912). O espaço inaugurou em maio a sala de uso múltiplo Novos Rumos, voltada a atividades culturais e educativas.
Diversas cidades oferecem roteiros e atividades. Na capital, o Museu da Língua Portuguesa promove nos dias 8 e 9 a visita “Entre Rios e Trilhos: Presenças indígenas no Guaré e na região da Luz”, enquanto o Museu da Energia recebe no dia 8 a palestra “Transformações Urbanas: Uma Viagem nos Tempos dos Bondes”. Em Cruzeiro, a caminhada “Caminhos dos Trilhos” percorre 5,7 km entre o Museu Major Novaes e a Estação Rufino de Almeida, com retorno de trem.
Taubaté realiza o roteiro “Nos Trilhos do Tempo” na Estação do Conhecimento, nos dias 8 e 9. Botucatu terá “Caça ao Patrimônio: Entre Trilhos e Memórias” no dia 7. Bauru sedia o Encontro da Rede Temática do Patrimônio Ferroviário no dia 8, na Unesp. Araçatuba oferece o percurso “Por Onde os Trilhos Aqui Passavam” no dia 8. Em Santos, o auditório do Museu Pelé recebe no dia 7 a discussão “Do Complexo Ferroviário ao Museu do Futuro”.
