O Partido Novo oficializou, em 27 de julho de 2026, a candidatura de Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, à Presidência da República. O anúncio foi realizado em Brasília, com a presença do presidente da sigla, Eduardo Ribeiro, após a convenção nacional da legenda, realizada de forma virtual.
Zema agradeceu aos colegas de partido e afirmou que reúne todas as credenciais para o cargo. Em seu discurso disse: “Bom dia a todos, a todas, primeiro quero agradecer todos do Partido Novo aqui pela presença e também por endossarem unanimemente meu nome agora há pouco, na convenção, como candidato à Presidência da República”.
O candidato destacou sua experiência no setor privado, afirmando ter criado “mais de 5 mil empregos diretos” em uma empresa no interior de Minas Gerais e ter percorrido “2 milhões de quilômetros” ao longo da carreira, ressaltando o conhecimento sobre a burocracia e a carga tributária no país.
Sobre sua gestão como governador de Minas Gerais, Zema afirmou que não recebeu benefícios nem favoreceu parentes, alegando ter economizado “cerca de 4 milhões por ano” ao abrir mão de cargos e despesas do governo. Segundo ele, o governo estadual teria criado “mais de 1 milhão de empregos, de acordo com o Caged, do Ministério do Trabalho”.
Em crítica ao governo atual, Zema declarou que nenhum outro pré‑candidato conhece tanto o “Brasil real” e que o país precisa de um presidente que não tenha “rabo preso”. Ele ainda mencionou que está respondendo a um processo do ministro Gilmar Mendes e que sua candidatura se baseia em “coragem” e em um histórico livre de parentes envolvidos em crimes.
