A Anthropic lançou uma marca d’água invisível para identificar textos gerados por seus modelos de inteligência artificial. Essa tecnologia visa aumentar a transparência em contextos educacionais e científicos, além de atender às exigências da legislação europeia sobre IA.
Embora represente um avanço, a marca d’água apresenta limitações, como a incapacidade de comprovar autoria e a possibilidade de ser removida por paráfrases. Além disso, ela só identifica textos gerados pelos modelos da Anthropic, o que impede seu uso como prova definitiva de plágio ou fraude acadêmica.
Apesar de contribuir para a transparência, a nova ferramenta não substitui a necessidade de instituições de ensino reavaliarem suas metodologias de avaliação, discutirem o uso responsável da IA e ensinarem os alunos a utilizá-la de forma ética.
