A agropecuária brasileira modernizou-se com precisão agrícola, automação e genética, tornando o país uma potência mundial. No entanto, essa evolução aumentou a dependência do campo por energia elétrica, que hoje é um insumo estratégico, mas ainda sem o manejo adequado.
O uso de sistemas de irrigação por pivô central, secagem e aeração de grãos, câmaras frias, ordenha automatizada, aviários climatizados e confinamentos com controle ambiental eleva a demanda por eletricidade. Com isso, a energia deixou de ser apenas um custo operacional para se tornar um fator direto de risco produtivo.
Para o professor Fernando de Lima Caneppele, da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP em Pirassununga (SP), a gestão energética no campo está muito aquém do avanço da gestão agronômica. Ele é especialista em energia sustentável e participa da Série Energia, produzida com o jornalista Ferraz Junior, da Rádio USP de Ribeirão Preto.
A análise completa está disponível em áudio na Rádio USP (FM 107,9), no site www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo para Android e iOS.